Entenda o cenário do SPED

Nos últimos anos, a economia brasileira vem mostrando sinais de amadurecimento. Diante disso, o cenário fiscal-tributário nacional também tem apresentado uma evolução significante. Um exemplo disso é o SPED, que representa uma nova relação empresa-Fisco, em um ambiente totalmente digitalizado.
Neste cenário, os Fiscos (Federal e Estadual) pretendem integrar os processos fiscal-tributários do país, gerando a possibilidade de redução e simplificação das leis e obrigações fiscais existentes, reduzindo assim a complexidade do panorama tributário brasileiro e a evasão fiscal. Para as empresas, é a oportunidade de redução das despesas para administração do processo fiscal e de uma competição mais justa.
O SPED engloba o SPED Contábil, o SPED fiscal e a NF-e.

NF-e: o projeto NF-e tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico, que permitirá um acompanhamento real das operações comerciais pelo Fisco. A empresa só poderá imprimir uma nota fiscal depois que a mesma for autorizada pela Receita Federal.
SPED Contábil: neste momento é solicitado que as empresas transmitam eletronicamente suas movimentações contábeis (saldos e lançamentos) anualmente em um layout predefinido pela Receita Federal, existindo inclusive um plano referencial, que pretende realizar um DE/PARA entre o plano de contas da empresa e o plano de contas diferencial para facilitar a análise e identificação dos lançamentos pelo Fisco.
SPED Fiscal: nesta primeira fase, abrange as informações de cadastro (produtos, fornecedores e cliente), documentos fiscais de mercadoria, inventário, contas a pagar e a receber. As empresas deverão encaminhar mensalmente estas movimentações, também eletronicamente, a partir de janeiro de 2009.



